A Revolução da Tecnologia da Informação penetrou em todas as esferas da humanidade, conforme Castells (2026) trabalhou na sua trilogia Sociedade em Rede. Em que pese a sociedade não ser determinada pela tecnologia, o campo social pode sufocar o desenvolvimento tecnológico, principalmente por intermédio do Estado. Ou então, principalmente pela intervenção estatal, a sociedade pode entrar em um estado acelerado de modernização tecnológica, capaz de mudar o destino das economias, do poder militar e do estado de bem-estar social em poucos anos.
Sem dúvida, a habilidade (ou inabilidade) das sociedades de dominarem a tecnologia e, em especial, aquelas tecnologias que são estrategicamente decisivas em cada período histórico traça seu destino, a ponto de podermos dizer que, embora não determine a evolução histórica e a transformação social, a tecnologia (ou sua falta) incorpora a capacidade de transformação das sociedades, bem como os usos que elas, sempre em um processo conflituoso, decidem dar ao seu potencial tecnológico.
Nesse contexto, é possível afirmar que há uma relação direta entre revolução tecnológica e economia. Mais especificamente, pode-se tratar da relação entre a Terceira Revolução Industrial (ou Revolução Técnico-Científica-Informacional) e a desregulamentação dos mercados financeiros, enquanto mútua dependência: a tecnologia forneceu os meios técnicos, enquanto a desregulamentação forneceu o cenário político para a globalização da economia.
A Escola de Chicago exerceu um papel importante em termos teóricos nesse contexto. Considerando essa contextualização, elabore um texto de, no mínimo, cinco e, no máximo, dez linhas que contemple os seguintes pontos:
a) Explique o início da Terceira Revolução Industrial e sua relação com o barateamento do processo produtivo.
b) Explique a defesa da Escola de Chicago diante do fato de que muitas regulamentações criavam distorções, protegiam empresas ineficientes e reduziam a inovação.
Faculdade: Unicesumar
