O autoengano se dá pelo discurso de que o que penso e faço como profissional pode ser distinto do que penso e faço fora do trabalho. É como se houvesse uma "muralha chinesa": ao chegar ao trabalho, dou um "stop" nos meus valores e, ao colocar o crachá, "plim!", tenho em mim os valores do Projeto Ético-Político. Isso é impossível, pois as ações desenvolvidas no cotidiano formam um continuum. Afinal, "não sou um(a) em casa e outro(a) no trabalho".

Considerando as reflexões do texto apresentado e os fundamentos ontológicos da ética profissional no Serviço Social, redija um texto dissertativo que contemple os seguintes aspectos:

Em poucas palavras, explique por que a inexistência de uma "muralha chinesa" entre os valores pessoais e o exercício profissional impacta a construção do ethos profissional e a resposta do assistente social às demandas do cotidiano.

Explique, também, a relevância do reconhecimento da liberdade como valor ético central (1º Princípio Fundamental do Código de 1993) para que a intervenção profissional supere o senso comum e o policiamento de comportamentos dos usuários.

Mínimo 10, máximo 25 linhas.

Faculdade: Unicesumar