O inglês como língua global e a legitimação da diversidade linguística

 

Considere o seguinte excerto, retirado da BNCC (2018), acerca da proposta de ensino de inglês como língua franca:

Nessa proposta, a língua inglesa não é mais aquela do ‘estrangeiro’, oriundo de países hegemônicos, cujos falantes servem de modelo a ser seguido, nem tampouco trata-se de uma variante da língua inglesa. Nessa perspectiva, são acolhidos e legitimados os usos que dela fazem falantes espalhados no mundo inteiro, com diferentes repertórios linguísticos e culturais, o que possibilita, por exemplo, questionar a visão de que o único inglês ‘correto’ – e a ser ensinado – é aquele falado por estadunidenses ou britânicos (BNCC, 2018, p. 241).

 

Fonte: BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018.  Disponível em: https://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518 _versaofinal_site.pdf   Acesso 18 fev. 2026.

Faculdade: Unicesumar