No Brasil, a EJA  (Educação de Jovens e Adultos) é negligenciada e ainda há poucos cursos de licenciatura com o olhar voltado para essa modalidade, geralmente os cursos de  Pedagogia. A maior parte dos outros cursos de licenciatura sequer oferece discussões sobre a EJA e diferentes metodologias para atuação do professor nessa área.    

 

Fonte: SOUZA-LOPES, B. Formação  docente  inicial  para  atuação  na  Educação  de  Jovens e Adultos (EJA): história dessa modalidade no Brasil e um breve relato de experiência. Revista de Educação Popular, Uberlândia, v. 16, n. 1, p. 156-165, jan./abril. 2017.

 

Excerto2:

Mesmo considerando que a EJA esteja alcançando uma crescente visibilidade na instância das práticas e no campo de estudos e pesquisas, é preciso refletir sobre a efetiva demanda para uma formação específica do educador que atua com esse público. Para Soares e Simões (2005, p. 36), essa situação se explica: “pela própria configuração histórica da EJA no Brasil, fortemente marcada pela concepção de que a educação voltada para aqueles que não se escolarizaram na idade regular é supletiva e, como tal, deve ser rápida e, em muitos casos, aligeirada. Nessa perspectiva, também o profissional que nela atua não precisa de uma preparação longa, aprofundada e específica”.

Fonte: SOARES, L. J. G.; SIMÕES, F. M. A formação inicial do educador de jovens e adultos. Educação e Realidade, Porto Alegre, v. 29, n. 2, p. 25-39, 2005.

Faculdade: Unicesumar