Enquanto educadores e psicopedagogos, devemos compreender que a brincadeira e o brincar possibilitam a compreensão de nós mesmos. Dessa forma, é importante criarmos espaços criativos e de desenvolvimento da nossa singularidade.

Os jogos pedagógicos devem ser explorados na intervenção psicopedagógica, visto que brincar é universal e rompe as fronteiras entre o diagnóstico e o tratamento, fazendo com que aquele passe a ter caráter terapêutico. O lúdico e a ludicidade, como intervenções psicopedagógicas, auxiliam no desenvolvimento cognitivo e na expressão motora e corporal. Aprender brincando torna a aprendizagem significativa e mais concreta ao educando. Nesse sentido, é necessário que os profissionais da educação infantil e psicopedagogos proporcionem ambientes lúdicos, a fim de desenvolver múltiplas inteligências e habilidades nas crianças (Pires; Queiroz, 2017; Rodrigues; Oliveira, 2016).

Torna-se essencial que o psicopedagogo crie situações que estimulem a aprendizagem, favorecendo o pleno desenvolvimento de habilidades psicomotoras, sociais, afetivas e cognitivas, por meio de intervenções próprias para cada criança, pois cada pessoa é singular e única. Por meio do lúdico, pode-se concluir que a aprendizagem se torna mais significativa, pois faz parte do cotidiano e do universo infantil, promovendo a prevenção de futuros problemas de aprendizagem e oferecendo meios para se trabalhar as habilidades de cada ser humano.

Fonte: adaptado de: https://unisalesiano.com.br/aracatuba/wp-content/uploads/2020/12/Artigo-Ludico-e-psicopedagogia-contribuicoes-no-processo-de-ensinoaprendizagem-Pronto.pdf. Acesso em: 10 mar. 2026.

Faculdade: Unicesumar