De acordo com Comeli (2025), a sustentabilidade passou a ocupar papel estratégico nos negócios inovadores, pois envolve o equilíbrio entre desenvolvimento econômico, responsabilidade social e preservação ambiental. No contexto das startups, os critérios ESG deixam de ser apenas uma resposta a pressões sociais e regulatórias e passam a representar uma fonte de inovação, diferenciação competitiva e criação de modelos de negócio sustentáveis.
Fonte: COMELI, G. Negócios inovadores e startups. Florianópolis: Arqué, 2025.
Esse cenário pode ser observado em reportagens recentes sobre startups ambientais no Brasil. Uma matéria publicada pelo portal Startups, intitulada “Deeptech carioca usa resíduos orgânicos para capturar CO₂”, apresenta o caso da CarbonAir Energy, startup residente na Incubadora de Empresas da Coppe/UFRJ. Segundo a reportagem, a empresa desenvolveu uma tecnologia que reutiliza resíduos da indústria pesqueira, captura CO₂ da atmosfera e gera derivados industriais, como carbonato de cálcio e metanol. A matéria informa ainda que a startup lançou seu primeiro módulo capaz de remover até uma tonelada de CO₂ por ano e que a solução chamou a atenção de setores grandes emissores de carbono, como petróleo, cosméticos e siderurgia.
Disponível em: https://startups.com.br/negocios/sustentabilidade/deeptech-carioca-usa-residuos-organicos-para-capturar-co2/. Acesso em: 8 maio 2026.
Faculdade: Unicesumar
