As práticas corporais de aventura possibilitam diferentes formas de interação entre o ser humano e o ambiente. No contexto educacional, entretanto, o contato com a natureza precisa estar acompanhado de reflexão sobre as atitudes dos praticantes, os impactos provocados no espaço utilizado e a responsabilidade pela conservação ambiental. Dessa forma, a vivência das PCAs pode contribuir para que os estudantes estabeleçam relações mais conscientes com o meio ambiente.

​Fonte: LEÃO JUNIOR, C. M. et al. Práticas Corporais de Aventura. Florianópolis, SC: Arqué, 2026.

​Para ampliar sua compreensão sobre as relações entre Educação Física e Educação Ambiental, realize a leitura do artigo “Por uma Educação Ambiental Crítica na Educação Física Escolar” (Leão Junior; Demizu; Royer, 2016). O texto contribuirá para a análise da situação-problema e para a fundamentação de sua resposta. Acesse o artigo neste link:

https://www.researchgate.net/publication/301941760_Por_uma_educacao_ambiental_critica_na_educacao_fisica_escolar

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​No contexto escolar, as Práticas Corporais de Aventura podem proporcionar diferentes experiências de interação com o ambiente. A partir dessa perspectiva, analise a situação a seguir:

Durante uma atividade de trilha organizada por uma escola, alguns estudantes saíram do percurso delimitado para tirar fotografias, retiraram pequenas plantas como lembrança e deixaram embalagens de alimentos pelo caminho. Ao final da atividade, um estudante afirmou: “Como fizemos uma atividade na natureza, também tivemos uma aula de Educação Ambiental."

Considerando a situação apresentada, os conhecimentos estudados no material didático da disciplina e a leitura complementar indicada, explique por que a simples realização de uma Prática Corporal de Aventura na natureza não garante o desenvolvimento da Educação Ambiental e apresente duas intervenções que o professor poderia realizar para transformar essa experiência em uma oportunidade de conscientização ambiental.

Faculdade: Unicesumar