Desde os estudos realizados na década de 1950, a atividade física habitual tem sido reconhecida como um importante componente do estilo de vida, capaz de impactar positivamente a saúde e a qualidade de vida dos indivíduos. Ao longo das últimas décadas, evidências científicas têm demonstrado que a prática regular de atividade física e exercício físico contribui significativamente para a prevenção e o controle de doenças crônicas não transmissíveis, especialmente em populações com condições clínicas estabelecidas.
Nesse contexto, o exercício físico passou a ser compreendido como uma estratégia terapêutica não farmacológica, sendo frequentemente comparado a um “medicamento”, no qual a sua prescrição deve considerar aspectos como dose, intensidade, frequência e individualização, de forma a promover respostas fisiológicas seguras e eficazes.
Fonte: LIMA, L. R. A. Exercício físico nas diferentes populações. Maringá: Unicesumar, 2020.
Faculdade: Unicesumar
