Segundo Dias (2006), a educação de surdos por meio do oralismo não obteve êxito, pois não garantiu uma maior qualidade na educação dos surdos em comparação aos outros métodos. A partir de 1960, pesquisas começaram a divulgar resultados que indicavam que, pelo uso das línguas de sinais, as crianças surdas estavam conseguindo aprender e ter seu desenvolvimento escolar adequado. Assim, a filosofia oralista começou a ser substituída por propostas que reconheciam a língua de sinais como elemento central no processo educativo.

 

Fonte: DIAS, T. M. Educação de surdos e oralismo: uma análise histórica. In: Educação de surdos: aspectos históricos e metodológicos. São Paulo: Editora Cortez, 2006.

Faculdade: Unicesumar