Etapa 2 — Cálculo do tempo normal.
Após calcular o tempo observado, atribuir um percentual de ritmo de 95% para o operador ou para o processo observado.
Etapa 3 — Cálculo do tempo-padrão.
Após o cálculo do Tempo Normal, aplique uma tolerância para necessidades pessoais, fadiga, pequenas pausas ou condições normais de trabalho. Considere uma tolerância de 15%.
Etapa 4 — Capacidade produtiva e cota de produção.
Com base no tempo-padrão total do processo, calcule a capacidade produtiva por hora. Considere uma jornada de trabalho de 8 horas. Na sequência, responda:
– A capacidade atual atende a uma demanda hipotética de 80 unidades por dia?
– Se não atender, qual seria a necessidade de ajuste?
– O processo apresenta operação mais demorada que as demais? Qual?
Etapa 5 — Análise do balanceamento produtivo.
Com base no Capítulo 7, analise se as operações do processo estão equilibradas. Considere que cada operação representa uma estação ou atividade executada em sequência.
– Qual operação possui maior tempo-padrão?
– Qual operação representa o gargalo do processo?
– Há operações com tempo muito inferior ao gargalo, indicando possível ociosidade?
– É necessário redistribuir tarefas, alterar método, treinar operador ou reorganizar o fluxo?
Etapa 6 — Proposta de melhoria.
Com base nos resultados obtidos, proponha pelo menos duas melhorias para o processo estudado.
Etapa 7 — Relatório técnico final.
Elabore um relatório final de 15 a 20 linhas:
– Breve descrição do processo estudado.
– Principais resultados da cronometragem.
– Tempo-padrão total encontrado.
– Capacidade produtiva estimada.
– Operação gargalo identificada.
– Análise do balanceamento produtivo.
– Melhorias propostas.
– Conclusão sobre a importância do estudo de tempos e métodos para a gestão produtiva.
Faculdade: Unicesumar
